quarta-feira, 30 de março de 2011
Aucun traduction à l'office à ...

TRADUÇÃO EM FRANCÊS - SEM TRADUÇÃO PARA O OFÍCIO DE SER...
Marizinha Lima.
Comment traduire la vie?
Comment dire l'indicible?
Comment remettre les actions à-dire? Si parler ne signifie pas faire?
Savoir, en direct, avoir et être.
Ces actes sont liés à vivre,
Toutefois, elles seules peuvent affaiblir l'âme,
Et ensemble, nous magnifions et la fait grandir l'être.
Je ne peux pas vivre sans passion,
Et la passion est de savoir,
Vous avez,
Il est à.
Et tout cela est à vivre ensemble.
Donc, être une enseignante pour moi,
Il vit l'extase de célébrer chaque instant - vous le savez,
Vous faites-vous séduire,
Pour atteindre l'objectif initial et à la fin: - Le plaisir d'apprendre.
Et si, par la coloration des possibilités qu'offre la vie le savez,
Il n'ya aucune limite à l'imagination lorsqu'elle est associée à la connaissance.
Après tout, qu'est-ce que la vie?
N'est-elle pas un apprentissage à vie?
Etre un enseignante, c'est être une petite mère? ou être une mère, père, grand-mère, grand-père en même temps? Il n'existe pas de ... (Ser professora significa ser um pouco mãe? ou ser mae, pai, avó, avô ao mesmo tempo? Não há como definir...)
domingo, 27 de março de 2011
SEM TRADUÇÃO PARA O OFÍCIO DE SER...
Como traduzir a vida?
Como dizer o indizível?
Como oferecer em palavras as ações? Se falar não significa fazer?
Conhecer, viver, ter e ser.
São atos ligados ao viver,
Entretanto, eles sozinhos enfraquecem a alma,
E juntos engrandecem e faz florescer o ser.
Não sei viver sem paixão,
E paixão é conhecer,
É ter,
É ser.
E tudo isso junto é viver.
Assim, ser professora para mim,
É viver o êxtase de celebrar a todo momento – o conhecer,
É fazer-se seduzir,
Para conseguir o objetivo inicial e final: - O prazer do aprender.
E assim, colorir a vida pelas possibilidades que o conhecer oferece,
Não existem limites para a imaginação quando aliada ao conhecimento.
Afinal, o que é a vida?
Não é ela um eterno aprender?
Palhano 27/03/2011
Marizinha Lima
quarta-feira, 3 de junho de 2009
EU Clariciando...
Gosto dos venenos mais lentos,
Das bebidas mais amargas,
Das drogas mais poderosas,
Das idéias mais insanas,
Dos pensamentos mais complexos,
Dos sentimentos mais fortes…
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade.
Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre
Clarice Lispector
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?
"Deus sabe, porque o escreveu.
FERNANDO PESSOA
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Por que me olhas?
Por que me olhas?
Sentes medo?
Por que ?
Ouça-me!
Não sou mulher de meias palavras,
Eu quero o verbo por inteiro,
Com sons, mas, sem ruídos,
Não me venhas com dialetos,
Eu quero à língua por inteiro,
Por que esse meio sorriso?
Eu quero boca larga,
Dentes à mostra,
Nunca fui meio termo,
Sou feita de excessos,
Não me olhes como a primeira vez,
Conheça-me,
Seja-me,
Tenha certeza,
Saiba me segurar,
Pois ganhar,
Tu já me ganhaste!
Bom proveito!
Todas as Cartas de amor são Ridículas
Todas as cartas de amor são Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
As cartas de amor, se há amor,
Mas, afinal,Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor
Quem me dera no tempo em que escrevia
A verdade é que hoje
(Todas as palavras esdrúxulas,